sexta-feira, julho 04, 2008
segunda-feira, junho 30, 2008
Apresenta:
Café com Viola no Rancho dos Matutos
Dia: 05/07/08, sábado, das 17 às 21h30min.
Cardápio: Broa de Fubá, Pão“Moiado”,
Refrigerante, Pipoca e Café.
Valor: R$20,00 (incluso comes e bebes e o show da Orquestra)
Cerveja será vendida à parte no valor de R$ 2,00
Rua: Dr. Zuquim,80 – Santana – SP
Contatos: 2950-0792/9193-9866
Sites: www.violeirosmatutos.com
www.orquestrafemininavioladesaia.blogspot.com E-mail: fabiola@fabiolamirella.com
quinta-feira, junho 19, 2008
taí mais uma de nossas preciosidades...materia coletada
no site
Viola Caipira
Nhô Belarmino e Nhá Gabriela
Salvador Graciano e Julia Alves iniciarama carreira no circo. Mas foi na Rádio Guairacá, em 1940, que se conheceram. Belarmino, que já tinha dupla com a irmã Pacoalina, era considerado um excelente músico. Juntos,Belarmino e Gabriela tornaram-se imbatíveis nas apresentações públicas, com sucesso estrondoso nos anos 50, 60 e 70, principalmente no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O segredo do sucesso estava justamente na simplicidade de piadas irreverentes e esquetes cômicas, na maioria das vezes provocativas de um para o outro, o que divertia o público.
Musicais, Belarmino e Gabriela também compunham suas canções, tendo "Mocinhas da cidade" alcançado sucesso em todo o país, com gravação por vários intérpretes, incluindo o cantor luso brasileiro Roberto Leal. Merece destaque também a gravação de Pena Branca, gravada no LP "Semente Caipira".
Apesar do caráter simples do trabalho, baseado na cultura popular do meio rural, a dupla era "boa de mídia". Foi assim que ocupou espaço importante na época de ouro da rádio, a partir dos anos 40, com passagem pelas rádios Gaúcha, de Porto Alegre, Guanabara (hoje Bandeirante ) no Rio de Janeiro, e chegando até à TV, nos anos 70, com apresentação do Programa ´"Minha Palhoça" e "Rancho de Belarmino e Gabriela". Além disso, a dupla deixou um trabalho consistente, fruto da gravação de 17 discos de 78 RPM e 11 LP´s.
Clique e ouça "Mocinhas da Cidade" com Belarmino e Gabriela
terça-feira, junho 17, 2008
A vez dos pós-caipiras
A vez dos pós-caipiras - 17/06/08
A força da cultura tradicional do sertão permanece, apesar da explosão do pop sertanejo. Viola vem sendo redescoberta pelos jovens, e música da roça dialoga com a moderna MPB
Eduardo Tristão Girão
Marcelo Rossi/divulgação
"Essa coisa de música de raiz é uma porta que dá para uma parede" - Renato Teixeira, compositor
A música caipira não está acabando. Ela evoluiu para outras formas, como o folk e o sertanejo. Quem faz o sertanejo é o pessoal das duplas, com forte influência do country norte-americano. Faço música folk, o Almir Sater também. São músicas vinculadas à cultura brasileira de uma forma mais conseqüente em termos poéticos. A música caipira não está morta, nem morrerá jamais. Ela vai evoluir, como toda boa música. Como o samba deu a bossa nova. Se antes era Chico Mineiro, agora é Romaria. São duas coisas diferentes, cada uma no seu tempo”, afirma o cantor e compositor paulista Renato Teixeira.
Para ele, a música caipira, “a do nóis fumo, nóis vai”, cumpriu um ciclo que terminou no final dos anos 1960, e tentar imitar o que se fazia nessa época é um erro. “O pessoal que entende isso como música de raiz fica fazendo papel de museólogo, repetindo fórmulas, tentando ser João Pacífico e Raul Torres. Essa coisa de música de raiz é uma porta que dá para uma parede. Sei o que é música folclórica, cuja grande especialista é Inezita Barroso. Inclusive, temos um folclore magnífico, que é o grande gerador de tudo. Nunca gostei desse nome, me nego a aceitá-lo e não gosto de quem faz música raiz”, dispara.
Renato Teixeira garante que há um segmento caipira vivo e pulsante, mas que carece de divulgação. “São pessoas que pensam, têm opinião, lêem, conhecem poesia e têm conteúdo cultural diferenciado. Não abaixam a cabeça; então, não servem. Artista que pensa, que tem posição política, que defende causas importantes, como a da cultura caipira, dificulta a negociação”, afirma. Geraldo Roca e Paulo Simões, compositores ligados à cultura interiorana do Centro-Oeste, são os exemplos apontados por ele. “Esse aglomerado do new sertanejo não significa nada. É dinheiro rápido”, diz.
Mineiros
Isaumir Nascimento/divulgação |
Cláudio Lacerda abandonou o curso de zootecnia para abraçar a carreira de músico |
Na ativa desde 1976, o cantor e compositor Juraildes da Cruz, que venceu o prêmio Sharp em 1997 com a música Nóis é jeca mais é jóia e realizou ampla pesquisa sobre cultura popular no Centro-Oeste, se diz desesperançoso em relação ao futuro da música caipira. “Acredito que, num breve espaço de tempo, essa música será engolida. Se não for preservada, tende a ir sumindo devagarinho. Mas sempre terá gente morando no mato, cuidando da sua terra, do seu gadinho, ouvindo passarinho. Mesmo quem tem dinheiro tem sua chacarazinha”, ironiza.
Se o sertanejo moderno afetou de alguma forma o segmento caipira, ele não sabe dizer, mas reclama: “Esses artistas ocupam espaço demais na mídia. Aliás, não há espaço para a música de raiz na mídia. E o que não existe, não é lembrado. Há gente fazendo música caipira, mas está fora desse registro”. Sobre o público que consome essa cultura, ele acredita ser o mesmo que freqüenta teatros. “Quem estuda Villa-Lobos gosta de música caipira. Quem gosta de Ravel não tem dificuldade de ouvir Tião Carreiro. Quem só ouve música da indústria cultural é muito limitado”, diz.
Forma e conteúdo
Exemplo curioso da nova geração de caipiras é o paulistano Cláudio Lacerda, que largou a zootecnia em 2000 para investir na carreira de músico. Já lançou dois discos, um com composições próprias e outro com regravações de clássicos caipiras. “O movimento caipira é crescente, incluindo a música cantada. A gente só não tem tanta mídia. O que falta é atenção”, observa ele.
A diferença crucial em relação aos antecessores estaria não na mensagem, mas na forma das canções. “Também me baseio na simplicidade, na importância dada às pequenas coisas. Não tenho voz aguda e toco de uma forma um pouco diferente. Não é aquele cururu, aquele arrasta-pé tradicional. Minha música vem de lá, da roça. O substrato é o mesmo, mas a forma de falar não. É uma maneira nova de falar dos mesmos valores”, analisa.
De ascendência mineira (a família é de Patos de Minas), Cláudio, de 39 anos, acredita que o público da música caipira é praticamente o mesmo dos sertanejos modernos. “São gêneros distintos. Não acho que o trabalho deles atrapalhe o nosso. Só acho ruim quando reforçam o que é importado dos Estados Unidos. Isso emburrece”, observa.
Bom momento
O violeiro mineiro Chico Lobo acredita que a atual fase da música caipira é de recuperação. “Ela já passou por momentos piores, quando os sertanejos surgiram com força. Ficou sufocada por um tempo, mas agora melhorou um pouco. Não faltam trabalhos gravados e muito bem produzidos. Hoje, há um número grande de jovens interessados pela viola. Além disso, os mestres de folias de reis estão ativos e mantêm viva essa cultura”, avalia.
O artista, que retornou recentemente de temporada de um mês em Portugal, acredita que a cultura caipira goza de boa reputação atualmente. “Há três anos vou constantemente ao exterior justamente pelo reconhecimento dessa cultura como identidade forte no Brasil. Há um processo de reação muito forte a essa globalização, que é justamente a valorização das culturas de identidade”. A agenda de shows pelo interior do estado está cheia. “Tendo espaço para tocar, não há quem não goste. A receptividade é maravilhosa”, diz.
O cantor e compositor Pena Branca diz que a música caipira já esteve pior. “Quando surgiram os pagodeiros, meu Deus do céu, o bicho pegou. Até os sertanejos enfraqueceram”. Os neo-sertanejos não o incomodam. Ao contrário. “Eles estão no contexto. Isso é o Brasil. Essas músicas modernas que estão fazendo por aí passam pelo caipira. Você já ouviu falar em árvore sem raiz?”, argumenta o ex-companheiro de Xavantinho.
“A música caipira verdadeira, a nossa, não acaba de jeito nenhum. Veja o que sobrou do Chitãozinho & Xororó. Só a caipirada, aquelas músicas tipo Rancho Fundo”, afirma. Mas nem tudo são flores aos olhos de um artista como ele, beirando os 70 anos: “Meus amigos Gino & Geno, por exemplo, mudaram um pouquinho, mas pelo menos não estão falando bobagem. Se bem que eles têm uma música meio ‘salgadinha’, com umas coisas que eu não falaria na presença do meu pai”.
sexta-feira, junho 13, 2008
Humor
Um caipira chegou na cidade com um burrico com uma placa de "tô vendeno" no pescoço do bicho. Tinha uns caras bebendo num barzinho, quando um deles se vira e diz: - Tô precisando de um burro, vou comprar desse caboclo aí, mas vou pagar a metade do preço, quer ver só? Vou encher a cara dele de cerveja e ele vai me deixar pela metade de preço. Assim que o caipira entrou no bar o sujeito perguntou: - Tá vendendo o burro? - Tô sim sinhô. - E quanto você quer por ele? - Duzentos conto. - Tudo bem, depois a gente discute isso. Aceita uma cerveja? - Aceito sim sinhô. E aí tomaram a primeira, depois o cara pergunta: - Mais uma? - Mais uma, sim sinhô. E assim tomaram a segunda, a terceira, até a décima. A certa altura o cara que queria comprar o burro cochichou no ouvido do amigo: - Quer ver como eu compro o burro pela metade do preço? E aí se virou para o caipira e perguntou: - Por quanto mesmo você quer vender o seu burro? - Vô vendê não sinhô. Num quero mais vendê o burro. - Uai, Por que não? - perguntou espantado o sujeito da cidade. - Eu queria vendê o burro era pra tomá umas cerveja, mais como o senhor ofereceu pra mim...
Um caipira era casado com uma mulher muito teimosa. Tudo o que ele falava, ela fazia ao contrário.
Certa vez, ele pediu para que ela fosse limpar a casa e ela sujou. No outro dia, ele pediu pra ela comprar feijão, ela trouxe arroz. Durante um passeio, a mulher desequilibrou numa pinguela e caiu no rio, no que o homem, preocupado, começou a subir o rio. Nisso, um senhor que passava por ele, perguntou: - O que o senhor tá procurando? - Tô procurano a minha muié. Do jeito que ela é teimosa, deve de tar lá em riba.
sexta-feira, junho 06, 2008
A hora da saudade
José Carlos Gomes comanda o programa "A Hora da Saudade", que vai ao ar pela Rádio Capital AM (1040 kHz - São Paulo/SP) de segunda a sexta-feira (nos dias em que nao tem futebol), das 20h à meia-noite.Com 4 horas de duração, a atração abre espaço para as músicas que marcaram a Jovem Guarda e para a música de raiz, como a moda cabocla e o riscado de viola, além de destacar os grandes intérpretes da chamada época de ouro da música brasileira, como Orlando Silva, Francisco Alves, Silvio Caldas e Nelson Gonçalves.
É um programa muito agradavel, um alto astral, é imperdivel para quem gosta de uma programação de qualidade...e é claro da boa musica.
(material colhido junto ao site www.radioagencia.com.br)
quarta-feira, maio 28, 2008
Aniversario da Dona Arezia
sexta-feira, maio 09, 2008
Programa Amigos e Viola
quinta-feira, abril 10, 2008
Quintino e Quirino
Mais uma vez, faço uso do site de nosso cumpadre Ricardinho, e o site Boa Musica Brasileira, pra trazer informaçoes sobre esta dupla maravilhoas
Esses dois caboclos lutaram e venceram na vida, têm uma família maravilhosa, são humildes e atenciosos com quem os procuram; eu desde criança ouvia falar deles e escutava no rádio suas músicas, até que um dia tive a oportunidade de conhecê-los pessoalmente e nos tornarmos amigos. Para mim é um prazer produzir esta biografia, que está resumida, pois suas histórias encheriam páginas e mais páginas de cadernos. E o importante era contar um pouco a trajetória de vida dos meus amigos Quintino e Quirino para mais pessoas no Brasil poderem conhecer seu trabalho"
O autor do depoimento acima é Radialista e apresenta o "Viola e Saudade" que é um programa exclusivo de Música Raiz todos os Sábados das 14:00 às 18:00 horas pelos 1070 kHz da Rádio Jornal AM de Barretos-SP.
De acordo com o Cumpadi Val, "A beleza, os encantos da natureza e a pureza do sentimento do Caipira são retratados em canções e poesias. E você ouve no programa 'Viola e Saudade' um pedaço do sertão na cidade!"
O resumo biográfico dessa excelente Dupla Caipira Raiz, especializada em Folias de Reis, foi possível graças à colaboração desse Radialista que conhece a fundo a trajetória da dupla e me forneceu algumas fotos e as informações constantes nessa página.
Miguel Ferreira de Souza, o Quintino, nasceu no dia 30/10/1938 e João Ferreira de Souza, o Quirino, nasceu no dia 23/03/1937 (embora tenha sido registrado no dia 13/06/1937), ambos na zona rural, na região de Fernandópolis-SP.
Os dois irmãos são filhos de Quirino Luiz Ferreira e Rita Cândida de Jesus, sendo que o casal teve um total de 11 filhos.
Quero aqui passar a palavra ao Cumpadi Val para que o Apreciador possa conhecer um pouquinho da trajetória de Quintino e Quirino:
" Miguel e João, desde crianças já tinham a inclinação de cantar juntos. Inspirados pelo pai que tocava Viola e a mãe Catireira, espelhavam-se também nas irmãs mais velhas que tocavam Viola e cantavam em família.
Por 'acharem que perturbavam e não querendo incomodar dentro de casa', Miguel e João pegavam a Viola e um Cavaquinho e iam cantar em cima de um carro de boi que pertencia ao seu pai e que servia de transporte para a propriedade que possuem até hoje em Brasitânia - Distrito de Fernandópolis-SP. Foram tomando gosto pela cantoria e aprendendo cada vez mais.
A ligação com as Folias de Reis que os consagraria no Brasil inteiro, vem desta época também, pois na região existiam muitas Companhias de Santos Reis que faziam seus giros por toda a região e eles ficavam admirados e encantados com aquele Ritmo Epifânico que canta o Nascimento de Jesus. Foram seguindo as companhias e adquirindo técnica e conhecimento sobre a Profecia Bíblica. E quando ficaram mocinhos, começaram a cantar na ZYR-90, a Rádio Cultura de Fernandópolis-SP.
Eram conhecidos como os 'Irmãos Ferreira'. E a Dupla se inscreveu para um festival de Violeiros que a emissora acima promoveu em 1963 e, por ser muito disputado, nunca imaginavam vencer; queriam apenas participar e achavam que não teriam chance porque tinha muita dupla boa que se apresentaria; eram ao todo 65 duplas inscritas. O prêmio para o primeiro colocado era a gravação de um disco 78 rotações em São Paulo-SP na gravadora 'Estúdio Sete', o qual seria distribuído em todo o Brasil.
Anunciado o resultado, a alegria foi grande: venceram o concurso que tinha como jurados a Dupla Leôncio e Leonel e foi aí que tiveram a oportunidade de gravar seu primeiro disco: um 78 rotações que tinha de um lado a música "Pagode Quinze" (Mauro André - Quintino - Quirino) e, do outro lado, a moda de viola "Minha Esperança" (Quintino - Quirino).
Vale lembrar que depois de vencer o concurso, por sugestão do amigo radialista Mauro José André, passaram a utilizar oficialmente os nomes de 'Quintino e Quirino', para homenagear o Pai deles.
Algum tempo depois da gravação do referido disco, foram convidados por Vieira e Vieirinha que os apresentou à gravadora Continental; fizeram um teste com Folias de Reis e Músicas Sertanejas e passaram no teste; a partir daí surgem os grandes sucessos de Folias de Reis que o Brasil conhece e canta com a Companhia de Santos Reis dos Irmãos Quintino e Quirino.
Em 1973 a Continental lançou o primeiro LP da Dupla, com Toadas de Reis e também Músicas Sertanejas bem ao Estilo Caipira com canções raizes e românticas e estouraram logo no inicio com um Hino de Santos Reis intitulado "Santos Reis Em Sua Residência" (Quintino) (a música cujo trecho o Apreciador ouve ao acessar essa página). Esse hino até hoje é um dos mais pedidos nas emissoras de Rádio por todo o Brasil e também por onde se apresentam. Ao todo, têm gravados 3 Lps pela Continental e 3 pela Chantecler, além de ter músicas em outros trabalhos de coletâneas e vários CD's produzidos de forma independente.
É comum Radialistas os intitularem como "Os Maiores Cantadores de Reis do Brasil" e foi com esse slogam que receberam das mãos do Radialista Cumpadi Val de Barretos uma Homenagem de reconhecimento pela propagação das Companhias de Santos Reis pelo Brasil afora, pois são ídolos para muitos Foliões e Devotos.
Essa Homenagem de entrega do Diploma 'Os Grandes Mestres da Folia de Santos Reis' aconteceu no dia 25/09/2005, durante a realização do 4º Encontro de Companhias de Reis em Alberto Moreira, Distrito de Barretos-SP . Todo o trabalho e sucesso eles dedicam e agradecem a Santos Reis.
Os Irmãos 'Quintino e Quirino' continuam 'na estrada' com sua Companhia de Reis composta de 12 pessoas, onde eles são Mestre e Contra-Mestre, respectivamente; são sempre contratados em eventos ligados à Tradição Religiosa e também marcam presença onde tem Viola. E já se apresentaram por várias vezes no excelente programa Viola Minha Viola na TV Cultura de São Paulo-SP com sua Companhia de Santos Reis."
"Quintino e Quirino" apresentam há bastante tempo dois programas de Rádio semanais: às Quartas-Feiras à noite na Rádio Planalto FM de Guarani D’ Oeste–SP e aos Domingos ao Meio-Dia, um programa líder de audiência na Rádio Águas Quentes-AM de Fernandópolis-SP.
Contato para shows:
Residência: (17) 3489-1136
Rádio Águas Quentes - aos Domingos: (17) 3442-6888
Cumpadi Val: (17) 3322-1785 ou (17) 9777-4998
e-mail: valdemirapbonfim@ig.com.br
Obs.: As informações contidas no texto dessa página, foram enviadas pelo radialista Cumpadi Val que apresenta o "Viola e Saudade" que vai ao ar aos Sábados das 14:00 às 18:00 horas pelos 1070 kHz da Rádio Jornal AM de Barretos-SP. Muito obrigado, Cumpadi Val!
segunda-feira, março 24, 2008
Caçula e Marinheiro
| Segue abaixo mais um grande trabalho do nosso cumpadre Ricardinho. | |||||
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quinta-feira, fevereiro 14, 2008
Esse é o nosso Cumpadre Ricardinho
Já é passada a hora de prestar a justa homenagem ao nosso grande cumpadre Ricardinho. Há muito que o nosso humilde blog busca as informações no site Boa Musica Brasileira. Cumpadre Ricardinho, que Deus, pela intercessão de São Gonçalo abençoe a você e aos seus. Com vocês, as palavras deste grande cidadão brasileiro.Prezado Apreciador: É com grande prazer que apresento para você um pequeno resumo do meu desenvolvimento cultural e também do meu gosto musical e alguns motivos que me inspiraram a elaborar esse site dedicado à Boa Música Brasileira. Eis abaixo alguns aspectos que considero importante compartilhar com o Apreciador:
Infância e Adolescência
Estudos e Desenvolvimento do Gosto Musical
Vida Profissional e Viagens
A Idéia do Site Boa Musica Brasileira
terça-feira, janeiro 22, 2008
cururu


Estou de volta, e com uma grande alegria descubro, que tem gente se preocupando com as tradiçoes em especial o cururu.Entao segue abaixo, na integra a mensagem que recebi nos comentarios... quanto ao pedido para divulgação, por favor amigo se sinta à vontade... o intuito deste humilde blog é justamente esse...
Segue o comentario:
Fiz um documentário sobre Cururu entitulado de "Cantoria Caipira: Cururu do Vale do Médio-Tietê" e gostaria de divulgar no seu blog.
Náo achei seu e-mail, por isso escrevi aqui nos comentários.
No link http://www.youtube.com/watch?v
vc pode conferir um trailer do documentário.
E abaixo segue sinopse.
Abraço
Aléxis
No Vale do Médio-Tietê, a cultura da terra é impregnada em encontros de viajantes à margem do rio, nos passos dos tropeiristas, na reza e nos cantos ancestrais ibéricos e indígenas. A partir deste cenário de simbologias, e areanimados por feijões, caldos e ervas, os chamados "caipiras" criavam e praticavam o repente paulista.
CANTORIA CAIPIRA: Cururu do Médio-Tietê localiza as origens do fenômeno, identifica seus atores sociais, verifica os diálogos culturais. Assim, brotam do documentário marcos históricos, religiosidade (Irmandade do Divino Espírito Santo) e as formas de vida dos habitantes das extensões interioranas paulistas abarcadas por Botucatu, Piracicaba, Sorocaba, etc.
Pelo filme desfilam nomes definitivos do Cururu paulista como Manezinho Moreira, Abel Bueno, Moacir Siqueira, Dito Carrara, Luisinho Rosa, os irmãos Jonata e Horácio Neto; bambas que já se foram como o original Zico Moreira, o dinâmico Nhô Serra e o performático Pedro Chiquito.
Os personagens desta narrativa nos levam a contemplações, conhecimentos e rememorações. Afinal, como canta no documentário o sorocabano Cido Garoto: "Prá cantá o Cururu tem que tê muita instrução".
Ficha Técnica
Cantoria Caipira: Cururu do Médio Tietê
Documentário. BRA. 50 min.
Edição, Roteiro e Direção:
Aléxis Góis e Cláudio Coração
segunda-feira, dezembro 17, 2007
http://www.boamusicaricardinho.com
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sábado, dezembro 15, 2007
terça-feira, dezembro 11, 2007
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